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From the halls of Foxboro Stadium…

Sem Ataque, Nem Defesa

Posted by tonybiscaia on May 5, 2009

By Walter Silva

p5033493Foi mau demais para ser verdade, ganhou quem marcou, mas futebol não houve, depois da pesada goleada da semana passada, esperava-se mais desta equipa do Revolution, ainda por mais a jogar em casa tinha obrigação de fazer melhor.

Se no último encontro as coisas não correram de feição aos comandados de Steve Nicol este fim de semana não foi nada melhor, nova derrota, desta feita frente a uma equipa que só tinha vençido por uma vez.

Mas diga-se que se espera-va muito mais da equipa que veio do Texas, uma equipa toda ela de jogadores com larga experiençia no MLS, mas ficou aquem das expectativas, vençeu o jogo mas não convençeu ningeum.
O Revolution apresentou cause o mesmo eonze da semana passada, a única alteração foi o portugues Michael Videira que alinhou de iniçio, mas que fez uma exibição muito apagada, e foi susbtituido aos 77 minutos de jogo.

E quando tudo corre mal, corre mesmo tudo mal, é que o primeiro golo do jogo foi um “frango” de todo o tamanho, um remate de Stuart Holden a mais de 30 metros da baliza, e Matt Reis a deixar passar a bola por entre as pernas.

Aconteçe aos melhores, e sabemos de antemão que Matt Reis é um dos melhores guarda redes do MLS, e não se pode culpar Matt Reis da derrota, pois os seus colegas de equipa não estiveram melhor, e por isso a culpa tem de ser de todos.

Mas é que o Revolution nos primeiros 45 minutos não fez um único remate á baliza, não criou uma única oportunidade de golo, mas tambem o Houstou Dynamo não fez por mereçer a vantagem que levou para o intervalo.

No segundo tempo foi uma repetição do primeiro, com a diferença que o Houston Dynamo é marcou um exçelente golo, por intermédio de Brian Ching, pontapé de canto apontado por Brad Davis, e Brian Ching a elevar-se mais alto do que todos os defesas do Revolution e a rematar de cabeça para o fundo da baliza á guarda de Matt Reis.
Estava feito o 2-0, e o Revolution ia de mal para pior,não conseguia fazer 3 ou 4 passes seguidos, mesmo a jogar no seu habitual 3x5x2, e com Videira a ser o o homen de fazer a transação entre a defesa e o ataque, mas nada saia bem ao jovem portugues.

Não se pode ganhar jogos sem criar oportunidades de golo, foi coisa que o Revolution não fez neste jogo, não se pode ganhar jogos sem rematar á baliza, foi coisa que o Revolution não fez, e finalmento, a jogar tão mal assim de maneira nenhuma de pode ganhar.

Já o dissemos a semana passada que á jogadores muito importantes que estão lesionados, mas á que ter melhores solucões, para isso á que gastar dinheiro, á já me esqueçia, mas é uma coisa que a direção do Revoltuion não gosta de fazer.

Mais uma derrota, e não vai ser a última, é que no próximo jogo o Revolution vai defrontar um adversário bastante difiçil, vejam só, na época passada, 4 jogos outras tantas derrotas, 9 golos sofridos e apenas um marcado, portanto não se adivinham melhores tempos para o Revolution.

No próximo sabado pelas 8.30 da noite o Revolution defronta o Chicago Fire, e poderá ver este jogo no canal de televisão WSBK TV 38.

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