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From the halls of Foxboro Stadium…

NÃO FOI UM RESULTADO JUSTO

Posted by tonybiscaia on November 8, 2009

By Walter Silva

Não foi um resultado justo, não senhor, estes jovens jogadores do Revolution mereçiam mais e melhor, fizeram tudo para poderam estar nas meias finais, mas encontraram uma equipa que teve a sorte do jogo, e teve no árbitro do jogo um exçelente colaborador.

Quem le as minhas crónicas aos jogos do Revolution sabe muito bem que não é meu costume arranjar desculpas para as derrotas da equipa de Foxboro, já foram quatro as finais que o Revolution perdeu, mas nunca falei de árbitros, mas este foi mau demais para ser verdade.

Não se podia tocar nos jogadores do Chicago, andou o jogou cause todo a ameaçar o central do Revolution, Emmanuel Osei é verdade que este jogador joga nos limites, mas se houvesse um critério igual para os dois lados, seria diferento, mas não, este árbitro persegui matemáticamento os jogadores do Revolution.

Marcou nada menos do que 33 faltas, 23 contra a equipa de Foxboro, só Blanco com as suas simulações que foram muitas teria ido tomar banho mais çedo, e o penalti que ficou por marcar sobre Jaunkauskas foi mesmo o cúmulo da vergonha,.

E o pior de isto tudo é que este senhor Alex Prus está nomeado para ser um dos árbitros para representar os Estado Unidos no mundial da África do Sul, foi sem dúvida nenhuma a pior arbitragem que vi neste 7 anos de seguir o Revolution.

Mas vamos ao jogo, foi o Revolution que teve a iniçiativa do jogo, foi á procura do golo que lhe desse uma maior vantagem na eliminatória, e logo na primeira jogado do jogo Dube obrigou Busch a uma boa defesa. Estava visto que o Revolution não estava ali para defender o 2-1 que trazia de Foxboro, e ia dominando a partida, e a equipa do Fire ia defendendo como podia, e contra atacando de vez em quanto.

E foi no minuto 23 que o Revolution podia ter “matado” o jogo, ataque rápido pelo lado direito com Nyassi a cruzar para a area e Jankuaskas de cabeça a mandar a bola á barra da baliza á guarda de Busch, e na recarga Heaps falhou a emenda.

E como quem não marca acaba sofrendo, foi isto mesmo que aconteçeu, na jogada seguinte, Pappa passa por Heaps leva a bola até á linha de fundo faz um passe atrasado e Thorrington com um remate de primeira faz o primeiro golo do jogo.

Foi contra a corrento do jogo, e a partir dai a equipa da casa ganhou algum asçendente no jogo, e o Revolution começou a defender mais perto da sua baliza, e foi nesta altura que o Chicago criou algumas situações de perigo perto da baliza de Matt Reis.

Com o resultado de 1-0 favoravél á equipa da casa chegamos ao intervalo do jogo, era um resultado que não se ajustava pelo que se passou nestes primeiros 45 minutos de jogo, foi o Revolution que mais posse de bola teve e foi tambem a equipa que mais trabalhou para não ir para o intervalo a perder.

No segundo tempo Steve Nicol fez entrar Castro para o lugar do apagadissimo Manssaly, mas foi sol de pouca dura, já que Castro teve de sair por ter feito um corte na mão direita depois de ser empurrado violentamento por Prideaux, e este ter ido embater contra os placares de publiçidade. E o sr árbitro nem falta marcou, falta esta mereçedora de pelo menos cartão amarelo. O Revolution ia perdendo aos poucos o fulgor atacante que teve cause todo o encontro, e já perto do final do jogo, e quando o Revolution tentava o tudo por tudo para empatar a partida, o Fire num contra ataque fez o segundo golo.

Foi um golo proçedido de falta, quando do contra a taque Osei consegui roubar a abola a Pappa e quando este tentava que a bola saisse pela linha final foi claramento empurrado pelas costas sem que o árbitro ou ou árbitro auxiliar marca-se qualquer falta, e Pappa meteu a bola em Blanco no çentro da area do Revolution, e este desviou do caminho Heaps e com um remate colocado fez do 2-0.

Com muitas culpas para o veterano Jay Heaps que se deixou passar muito infantilmento, e que aconteçeu muitas vezes durante o jogo, e foi por ai que o Fire ia criando todas as suas jogadas de perigo.

Pena foi que os rapazes do Revolution fossem eliminados desta forma, não foi a culpa do Fire, que em nomes está muito açima do Revolution tem no veterano mexicano Blanco a sua figura de cartaz, embora com muito “teatro” por parte do mexicano, mas a verdade é que ele faz a difereça, tem uma visão de jogo de fazer inveja a qualquer um.
Já com os seus 36 anos foi ele o grande obreiro desta vitória, e não só, tambem a classificação do seu pais para o mundial da África do Sul.

Quanto ao Revolution teve o condão do seu melhor elemento nunca apareçeu no jogo,estamos a falar de Shalrie Joseh, que carregou com esta equipa esta temporada toda, só que neste jogo estoirou por completo, nunca chamou a si todo o jogo ofensivo como nos acostomou, nunca teve aquele empactou no jogo defensivo da sua equipa como nos acostomou, mas tambem não se pode crussificar um jogador que deixa a pele dentro do campo em todos os jogos.

Ficamos por aqui, terminou a época para a equipa de Foxboro, que vendeu cara esta derrota, e ao sr Alex Prus, será que sai deste jogo com a consçiençia tranquila? Penso que não, porque foram muitos os erros e o maior foi não ter assinalado uma grande penalidade a derrube de Jankauskas, todos eles a prejudicar claramento os comandados de Steve Nicol.

O Chicago Fire no proximo sabado reçebe a vezita do Real Salt Lake jogo este que poderáver o Fox Soccer Channel pela 8.30 da noite

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