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From the halls of Foxboro Stadium…

Só contra dez é que a equipa da casa empatou

Posted by tonybiscaia on August 1, 2011

By Walter Silva

Resultado mais do que justo, o que não foi justo foi como aconteçeu o golo do empate para a equipa da casa, e foi só quando o Revolution ficou reduzido a dez unidades que o Sporting Kansas City consegui o empate.

As oportunidades repartiram-se pelos dois conjuntos, mas umas vezes os guarda redes se impunham, por outras foram os atacantes que não açertavam com a baliza.

O Revolution cause fez mais uma supresa neste que foi o seu terçeiro jogo consocutivo fora de portas, e foram estes jogos os mais produtivos desta tão fraca temporada, nada menos do que 4 pontos nestes trez jogos fora de casa.

Talvez ainda venha a tempo de se remediar de uma tão mau iniçio de época, mas como o ditado antigo diz, quando a esmola e grande até os santos desconfiam, e eu continuo a não acreditar neste plantel do Revolution. Mas a ver vamos, e no próximo encontro em casa, o Revolution vai ter de provar que estes trez jogos não foram só por mero acaso que conseguiram bons resultados.

Houve só uma alteração relativo ao ultimo jogo do Revolution em Colorado, foi a saida de Chris Tierney por castigo, Darrius Barnes sai do çentro da defesa para o lado esquerdo, e Franco Coria tomou o lugar de defesa central.

E foi o Revolution o primeiro a dar sinal de perigo, quando numa troca de bola entre Rajko Lekic e Shalrie Joseph, com este a rematar muito perto da baliza á guarda de Jimmy Nielsen.

Mas na resposta a equipa da casa cause marcava, jogada rápida de contra ataque com a bola metida nas costas da defesa do Revolution e com JP Sapong a testar a atenção de Matt Reis que fez uma boa defesa para canto. E como nada vai de feição a esta equipa do Revolution, aos 34 minutos Steve Nicol foi obrigado a proçeder a uma alteração quando Stephen McCarthy cai mal e se magou num ombro o que o empedi de continuar em campo.

E com a entrada de Kenny Manssaly para o meio campo do Revolution ganhou mais agressividade,e mais rapidez, pois este jogador e muito mais rápido e mais agressivo no bom termo da palavra.

E aos 38 minutos de jogo o Revolution passa para a frente no marcador, quando de uma reposição em jogo por parte de Matt Reis com a bola ir até aos pés do dinamarques Rajko Lekic, com este a desembaraçar-se de um defesa e a rematar colocado fora do alcançe do sueco Jimmy Nielsen.

Estava feito o primeiro golo da partida, faltava saber se o Revolution ia conseguir mais um resultado positivo, porque a partir deste golo os donos da casa como feridos do seu orgulho partiram á procura do golo da igualdade. Mas chegariamos ao intervalo com os visitantes na frente do marcador, foi uma primeira parte bem jogada por ambos os conjuntos, mas foi a equipa que teve um avançado mais inspirado que chegou ao golo.

Na segunda metade assisti-se a mais pressão por parte da euqipa da casa, que tinha que fazer pela vida, neste caso pelo o resultado, e teve que ir á procura do golo do empate, o que só veio a aconteçer já muito perto do apito final.

Não foi o empate com que o jogo terminou que mais ficamos desiludidos, mas sim como o golo aconteçeu, a bola foi metida nas costas do central portugues AJ Soares, para Omar Bravo e quando AJ Soares fez o carrinho desviou a bola para longe e depois sim se deu o inivitavel contato com o avançado da equipa da casa. O árbitro apitou para marcar o respetivo livre e mostrou o cartão vermelho direto ao central do Revolution, muito mals esteve o arbitro neste lance. Reduzido a dez jogadores e com oito minutos e mais os descontos para se jogar restava ao Revolution fazer das tripas coração e defender com unhadas e dentes este resultado.

Mas a pressão foi aumentando, e aos poucos o Revolution defendia mais perto da sua baliza, e como o ditado antigo diz, agua mole em pedra dura tanto bate que atá que fura, e furou mesmo. E eram decorridos 89 minutos de jogo e a equipa da casa chega á igualdade, bola metida para a area do Revolution e perante tantos jogadores o avançado Teal Bunbury foi mais lesto com este rematar para o fundo da baliza á guarda de Matt Reis.

Estava feito o resultado final, resultado justo mas com um sabor amargo para as hostes do Revolution, que acreditamos que se o Revolution tive-se chegado ao fim do jogo com o seu onze, o Sporting Kansas City não teria chegado á igualdade. Quanto ao juiz da partida errou na marcação do livre e o respetivo cartão vermelho a AJ Soares, mas mesmo assim teve trabalho positivo, não fosse este erro teria feito uma arbitragem de grande nivel.

No próximo sabado o Revolution reçebe a vesita do Chivas USA pelas 7.30 da tarde e poderá ver este jogo no canal de televisão Comcast Soccer Net.

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